Operação Héstia intensifica combate à violência contra a mulher no interior da Bahia

A Operação Héstia, da Polícia Civil da Bahia, intensifica o enfrentamento aos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher no interior do estado, com foco no cumprimento de mandados judiciais de prisão e de busca e apreensão. As ações ocorrem de forma integrada nas unidades territoriais e especializadas, especialmente nos dias 25 e 26 de março, período definido como “Dias D” da mobilização. A operação segue até o dia 31 de março.
Coordenada pelo Departamento de Polícia do Interior (DEPIN), a operação mobiliza simultaneamente as 26 Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins), com atuação prioritária dos Núcleos Especializados de Atendimento à Mulher (Neams), responsáveis pela condução das investigações e pelo acolhimento qualificado das vítimas.

Integração operacional

As diligências concentram esforços na identificação de investigados envolvidos em crimes de violência de gênero, no levantamento de mandados judiciais em aberto e na adoção de medidas cautelares para interromper ciclos de violência. A estratégia inclui a análise de procedimentos policiais em andamento, a produção de elementos probatórios e a articulação com o Poder Judiciário e o Ministério Público para garantir celeridade nas decisões judiciais.

As Delegacias Territoriais atuam no apoio operacional às equipes dos Neams, contribuindo para o cumprimento das ordens judiciais, realização de oitivas e formalização dos procedimentos investigativos. As Coorpins desempenham papel de articulação logística e supervisão das ações nas respectivas regiões.

Abrangência

A área de interesse operacional inclui municípios que sediam Neams, entre eles Feira de Santana, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Valença, Itaberaba, Irecê, Serrinha, Jacobina, Senhor do Bonfim, Brumado, Itapetinga, Guanambi, Eunápolis, Euclides da Cunha e Santa Maria da Vitória, podendo alcançar outras localidades conforme necessidade operacional.

A Operação Héstia integra a política institucional de enfrentamento contínuo à violência contra a mulher, com ações repressivas e investigativas destinadas à responsabilização dos autores e à proteção das vítimas, contribuindo para a redução dos índices de crimes dessa natureza no estado.

Fonte : Ascom-PCBA

Foto   : Divulgação PCBA

 

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