Próximo presidente terá decisões bilionárias nas mãos antes mesmo de montar sua equipe

Palácio do PLanalto, local de trabalho do presidente do país Crédito: Divulgação

Independentemente de quem vencer a eleição presidencial, o próximo governo terá uma tarefa importante logo no início do mandato: escolher dirigentes para dezenas de cargos estratégicos que influenciam setores como saúde, energia, mineração, telecomunicações e mercado financeiro. Ao todo, 37 posições estarão disponíveis nas diretorias colegiadas dos principais órgãos reguladores da economia. Com a inclusão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), responsável por acompanhar a concorrência, o número chega a 41 vagas. As informações são do jornal O Globo.

Atualmente, as dez agências reguladoras do país somam 15 cargos vagos em suas diretorias. Quando entram na conta o Banco Central (BC) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o total sobe para 18. No Cade, há ainda três posições de conselheiros sem ocupantes. O cenário deve mudar nos próximos meses. Até o fim deste ano, outras sete vagas devem ser abertas com o encerramento de mandatos.

Fonte : Correio da Bahia

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